Por outro lado, as bibliotecas podem caminhar numa direção semelhante à da museologia, ou seja, da arquitetura, da experiência espacial, da promoção de cursos, debates e apresentações, até de lojas e sistemas de apoio, como bancos e restaurantes.

A biblioteca não sobreviverá se não evoluir para uma espécie de espaço vital. O que Hal Foster chamou de complexo de arte-arquitetura poderia encontrar um equivalente em um complexo de ciência de biblioteca de conhecimento. Isto significa que os processos formais de certificação, indexação, normalização e normalização bibliográfica tenderão a ser resolvidos através da intervenção de processos ligados à inteligência artificial, libertando esforços e atenção para a promoção ativa de encontros.

É costume separar os millennials (geração Y), nascidos entre 1980 e 1994, da geração Z, nascidos entre 1995 e 2015, que compreende massivamente os atuais estudantes de graduação. Os nativos digitais da geração…

Uso de bibliotecas universitárias por millennials e geração Z

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