Não foi verdade quando nossos políticos expressaram preocupação com a saúde financeira da Previdência Social brasileira.

Desde a década de 1990, com Fernando Henrique Cardoso até Bolsonaro, as principais reformas da Previdência foram precedidas de discursos emocionados cuja principal justificativa era o endurecimento das regras para que o sistema não entrasse em colapso.

Em 2019, na última reforma previdenciária, foi mais uma vez invocado o sacrifício de todos pela sustentabilidade do sistema previdenciário.

Não demorou muito e, ao contrário do que se dizia, foi aprovada no Senado Federal uma reforma administrativa, desonerando a folha de pagamento das empresas em detrimento da arrecadação do INSS. O governo, que outrora realizou reformas draconianas achatando os valores dos benefícios, é também o mesmo que incentiva a redução da fonte de financiamento deste mesmo sistema previdenciário.

Mais uma vez, portanto, o governo caiu duramente…

O governo está pouco se lixando para o INSS – 31/10/2023 – Rômulo Saraiva

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